Como economizar dinheiro com gasolina!

Economizar gasolinaTodos sabemos que a gasolina é responsável por um dos maiores gastos hoje em dia, principalmente para quem usa muito o carro. Para começar, compre o carro mais econômico possível, mas existem outras maneiras criativas de economizar combustível:

  • Aperfeiçoe os roteiros. Por que ir para casa depois de levar as crianças para a escola e então ir às compras mais tarde? A menos que a sua casa fique no caminho, é mais vantajoso fazer as compras antes de ir para casa. Isso se aplica a dezenas de outros roteiros. Você pode passar na casa de seu amigo no caminho para casa para pegar a jaqueta que esqueceu em vez de ir até lá mais tarde, e assim por diante.
  • Percorra metade do caminho com o carro e a outra metade a pé. Se não puder dirigir o percurso todo – pode ser que as lojas, a escola ou o escritório sejam muito distantes – use o carro somente em uma parte do caminho. Se o trajeto for feito todos os dias da semana, reduzir três quilômetros por dia (isso dá duas caminhadas de um quilometro e meio ou cerca de quinze minutos em cada direção) implica em uma redução de algo em torno de 800 quilômetros em um ano. Isso é muito combustível. E se puder aumentar a caminhada, economizará mais e entrará em forma.
  • Faça revezamentos de carona para o trabalho, a escola das crianças, clubes e reuniões. Você ajudará os amigos a economizarem também.

Bem, isso é só o começo. Dê a partida no cérebro e tenho certeza de que terá mais ideias para combinar trajetos usando menos o carro e liberando uma parte do dinheiro da gasolina para outras coisas. Esse é mais um daqueles hábitos que, depois de adquiridos, não exigem esforço algum para serem mantidos.

Vale a pena deixar o dinheiro na caderneta de poupança?

PoupançaO investimento em caderneta de poupança foi muito incentivado pelo Governo federal nas últimas décadas do século XX e tornou-se uma das mais tradicionais aplicações do mercado financeiro brasileiro. A grande popularidade desse tipo de investimento deve ser atribuída à baixa complexidade operacional quando comparada a outras aplicações.

Além de o investidor poder aplicar pequenas quantias (a  partir de R$ 10), é possível estimar com certa precisão e baixíssimo risco quanto será o rendimento dessa modalidade de investimento no ato da aplicação, independentemente da instituição financeira em que os recursos sejam aportados.

Poupança – Rentabilidade, risco e liquidez.

A caderneta de poupança remunera os investidores á taxa de juros de 0,5% ao mês aplicada sobre os valores atualizados pela Taxa Referencial (TR) na data de aniversario da aplicação. Como a caderneta de poupança trabalha com datas de aniversário dos depósitos, dias nos quais serão creditados os juros devidos do período, ao se escolher essa opção, quantias fixas devem ser aplicadas de preferência sempre no mesmo dia de cada mês. Caso o investidor deseje sacar fora da data de aniversário, o investimento incorrera em perda de rentabilidade. Assim, apesar de possuir liquidez diária, as regras da caderneta de poupança prejudicam a rentabilidade dos investidores que necessitam fazer um resgate fora da data de aniversário, o que limita a liquidez desse tipo de investimento.

O prazo da caderneta de poupança é indefinido: o investidor pode deixar o dinheiro rendendo pelo tempo que desejar. O risco é considerado um dos mais baixos entre as aplicações do mercado financeiro brasileiros;  além da baixa complexidade e da rentabilidade fixa, os recursos aportados são garantidos pelos Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Dessa maneira, no caso de a instituição captadora não conseguir honrar os depósitos, cada investidor tem direito ao ressarcimento de até R$ 60 mil.

As vantagens e desvantagens de depositar seu dinheiro na caderneta de poupança

A principal vantagem da caderneta de poupança é o fato de esse investimento possuir regras bastante simplificadas e padronizadas o que facilita seu entendimento por parte dos investidores de renda mais modesta. Também não é cobrado o Imposto de Renda (IR) de aplicadores caracterizados como pessoa física e pessoa jurídica sem fins lucrativos (no caso de pessoa jurídica com fins lucrativos, é aplicada a tabela regressiva incidente sobre rendimentos brutos em investimentos de renda fixa). Além disso, os depósitos são assegurados pelo FGC, até R$ 60 mil por investidor.

No entanto tamanha segurança é acompanhada de baixos rendimentos. Contudo, com as sucessivas quedas das taxas de juros no Brasil, a caderneta de poupança voltou a ser um potencial competidor de fundos de renda fixa, DI, de curto prazo e CDBs. Isso se deve principalmente em função da incidência de Imposto de Renda (em fundos e CDBs) e de taxa de administração (somente no caso de fundos), impactando negativamente o retorno dessas aplicações. Assim, para pequenas aplicações e por curto período de tempo (geralmente inferior a um ano), a caderneta de poupança esta se tornando viável à medida que a taxa de juros no Brasil recua.

Como fazer um planejamento financeiro pessoal

planejamento-pessoalPlanejar não é difícil – Quando se menciona a expressão “planejamento financeiro, pode-se imaginar algo extremamente complexo, possível somente a grandes empresas  ou pessoas com muito dinheiro. Pode-se, também, considerar o planejamento financeiro como algo simples ou como apenas aquelas planilhas que são cuidadosamente elaboradas, mas dificilmente completadas ao logo do mês.

Antes de tudo, é importante entender o significado de um planejamento financeiro, em especial de um planejamento financeiro pessoal. E rever quaisquer pressupostos a respeito do sentido da expressão. Inicialmente, vale citar que planejar é um procedimento amplamente utilizado para os mais diversos fins, principalmente para a organização do cotidiano de um complexo empresarial.

Outro ponto importante pode parecer obvio a primeira vista, porem também colabora para desmitificar o significado da expressão: o planejamento tem o propósito de produzir um ou mais estados futuros desejados, mas que somente serão alcançados se algo for feito. Assim como aquela viagem de férias provavelmente não teria acontecido se não tivesse sido planejada, uma empresa pode enfrentar dificuldades financeiras por não ter planejado corretamente.

Em outras palavras, o planejamento é um processo que envolve tomada de decisões no presente que terão reflexões no futuro. Geralmente de maneira a se obter o melhor resultado. Quem planeja férias, por exemplo, toma uma decisão visando um evento no futuro para desfruta-lo o melhor possível.

A elaboração de um bom planejamento financeiro não é muito diferente; recomenda-se que alguns passos sejam seguidos.

Defina seus objetivos.

A principal motivação para a elaboração de um planejamento para atingir um objetivo. Pode ser a viagem de férias, a troca do carro, a aposentadoria e outros tantos mais. Isso dará início ao processo de planejamento e, consequentemente, de tomada de decisões de maneira que as metas propostas sejam atingidas.

Identifique os meios para atingir os objetivos

O segundo passo de um bom planejamento é a escolha dos meios a partir dos quais os objetivos serão atingidos. Como farei minha viagem de férias? De avião, de carro, de navio? O que precisarei fazer para conseguir essa viagem? Disponibilidade para viajar e analise de um roteiro são dois fatores que podem ser estudados nesse caso.

 Levante os recursos necessários

Após determinados os objetivos e os meios para atingi-los, é importante pensar nos recursos necessários e como esses recursos devem ser gerados ou obtidos. Viajar implica gasto de dinheiro e é preciso saber quanto será necessário reservar para dispêndio durante as férias. Também PE importante saber  como esse dinheiro será obtido (salário, rendimento de investimento, empréstimos, doação);

Coloque seu planejamento em prática.

Após a elaboração dos objetivos e a determinação de meios e recursos para alcançar as metas, chega-se finalmente à base da implantação propriamente dita do planejamento. Essa etapa envolverá a determinação de procedimentos para tomada de decisão e a maneira como organiza-los de modo que o plano possa ser executado. No exemplo da viagem, fariam parte dessa etapa a compra da viagem (passagem, hospedagem, traslados) e a elaboração de um roteiro a ser seguido.

Controle para certifica-se de que tudo está saindo como previsto.

Após as quatro etapas anteriores, é importante controlar e avaliar se o planejamento implantado está de fato colaborando para que as metas propostas sejam atingidas. Checar o roteiro durante a viagem e procurar segui-lo serão atitudes que colaborarão para que as férias sejam desfrutadas da melhor forma possível.

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