Campanha Bloqueio Não

bloqueio_nao.jpgParticipe do manifesto Bloqueio Não, que tem como objetivo acabar com a pratica abusiva das operadoras de bloquear os celulares para o uso de chips de outras operadoras. Afinal o aparelho pertence a nós e não as operadoras.

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Veja abaixo como a campanha repecutiu na imprensa

Venda de celular desbloqueado por operadoras pode melhorar serviços

São Paulo, 25 - A venda de celulares desbloqueados por operadoras de telefonia móvel resultará em uma melhor prestação de serviço, já que as companhias farão de tudo para evitar a fuga de clientes insatisfeitos, avalia a técnica de Proteção e Defesa ao Consumidor do Procon-SP, Marta Aur. Sem o bloqueio, o usuário tem a possibilidade de usar chips de diferentes operadoras no mesmo aparelho.

A Oi anunciou esta semana que passará a vender celulares nestes moldes, tal qual fazem hoje os fabricantes dos aparelhos. Segundo Marta, seria “salutar” que essa prática fosse adotada pelas demais operadoras, pois “incentivaria a concorrência e mostraria ao cliente que a empresa confia na qualidade da prestação de seus próprios serviços”. Para gerar estas melhorias no atendimento ao assinante - que no parecer de Marta devem ocorrer no médio prazo -, as empresas do ramo precisarão investir em atualização de tecnologias e redes. A venda de celulares desbloqueados também faria cumprir o propósito da tecnologia GSM - cujo mote principal é o trânsito do cliente com o mesmo chip -, que estava sendo subutilizada.

“Com certeza, isso trará facilidade ao consumidor, melhor prestação de serviços e estímulo à concorrência, que já é grande neste setor”, observou Marta, lembrando da alta rotatividade de clientes, movimento que se intensificou com o fortalecimento da política de subsídios. De longe, as empresas de telefonia são líderes no ranking de reclamações do Procon, encabeçando a lista desde 1998. Apesar do grande número de queixas, a técnica do Procon-SP diz que os porcentuais de atendimento são grandes, embora isso não descaracterize o desrespeito ao consumidor.

Os protestos dos consumidores recaem, em sua maioria, sobre a oferta de planos com preços promocionais feita de maneira inadequada, especialmente pela falta de clareza quanto às características do serviço ou regras de adesão. Também geram muitas das reclamações as cobranças indevidas ou abusivas, além da falta de fornecimento de serviços e o não-cumprimento de ofertas. No ano passado, foram 1.772 queixas registradas no Procon-SP contra as operadoras de telefonia móvel. No primeiro trimestre deste ano, os protestos somaram 380.

Para reverter o quadro, de acordo com a profissional do Procon, as operadoras de telefonia móvel devem oferecer aos consumidores postos para atendimento das reclamações. Isso sem falar em um serviço de atendimento telefônico de melhor qualidade, já que, frisa o Procon, o disponível apresenta demora exagerada e é de difícil acesso. “A gente vem batendo que consumidor seja bem atendido no call center da empresa. Além disso, as lojas próprias, que hoje só se ocupam em vender linhas aparelhos, deveriam ter alguém para dar orientação ao consumidor e acolher as reclamações”, afirmou. (Michelly Teixeira)

Fonte: Agência Estado 24/05/07

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Mega-Sena acumula e prêmio deve atingir R$ 7 milhões

Ninguém acertou todas as dezenas do concurso 878 da Mega-Sena, sorteadas ontem. A estimativa da Caixa Econômica Federal é de que o prêmio acumulado chegará a R$ 7 milhões no próximo sorteio. Os números sorteados foram 11, 12, 37, 38, 43 e 54.

De acordo com a Caixa, ninguém acertou a Quina no sorteio 1766, realizado ontem. Os números sorteados foram 05, 25, 27, 62 e 71. O prêmio estimado para o próximo concurso é de R$ 750 mil.

O resultado do concurso 734 da Lotomania mostrou os seguintes números: 01, 09, 10, 11, 26, 27, 38, 42, 51, 60, 61, 66, 69, 70, 71, 78, 79, 83, 99 e 00.

A Caixa divulgou ainda o resultado da extração 4149 da Loteria Federal. Os cinco prêmios principais foram sorteados para os seguintes bilhetes: 1º prêmio para o bilhete 17.109, no valor de R$ 1,2 milhão; 2º prêmio para o bilhete 31.208, no valor de R$ 36 mil; 3º prêmio para o bilhete 63.184, no valor de R$ 30 mil; 4º prêmio para o bilhete 73.355, no valor de R$ 24 mil; e 5º prêmio para o bilhete 60.777, no valor de R$ 21 mil.

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De cidadão endividado à milhionário da noite para o dia

A sorte do contador F. S., de 31 anos, fez com que, em 15 horas, ele saísse da condição de cidadão endividado para a de milionário. Morador na pequena Guararapes, a 565 quilômetros de São Paulo, F. ganhou sozinho o prêmio acumulado de R$ 26,6 milhões do sorteio 875 da mega-sena. Ele só conseguiu convencer sua mulher a fazer a aposta às 17h30 de quarta-feira, meia hora antes do fechamento das duas casas lotéricas da cidade.

“Minha esposa não queria gastar dinheiro com os jogos porque a gente tinha outras contas mais urgentes para pagar e ela achava que os R$ 4,50 poderiam fazer falta”, contou F. aos amigos.

Por precaução, ele deixou três cartelas de R$ 1,50 preenchidas, mas foi somente no final da tarde que sua mulher, com quem está casado há um ano, decidiu fazer a aposta de R$ 4 50 na lotérica Vitória, no centro de Guararapes.

F. descobriu que uma das cartelas continha as seis dezenas premiadas quando acessou a internet hoje, às 8h30, no escritório da granja em que trabalha há 17 anos. “Fizemos a maior festa”, disse um dos colegas de trabalho.

As dívidas contraídas com financiamento da casa própria e com o financiamento do carro, um VW Gol 2005, fizeram com que F. fosse obrigado a ‘vender’ as férias e a emprestar dinheiro do patrão para pagar as parcelas atrasadas. O mais novo milionário da mega-sena devia três parcelas do carro e duas da casa que possui no jardim Continental, periferia da cidade. Ele ainda teve de emprestar dinheiro para pagar as despesas com exames e despesas hospitalares da mãe, cardíaca.

F. lamentou que o dinheiro não vai trazer a felicidade de estar ao lado da mãe, que morreu no dia 28 de abril. Mesmo assim, atribuiu a ela a sorte de ter acertado na mega-sena. “Foi minha mãe quem me ajudou a ganhar este prêmio”, disse ele a uma das três irmãs, confessando que só jogou no número 58 porque esta era a idade da sua mãe ao falecer.

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