Estratégia de Investimentos

Quando você for investir não leve em conta apenas o que acontece no mercado financeiro. Você também deve levar em conta a origem da sua renda. Afinal o risco de perder o emprego as vezes é maior do que o de uma quebra nas bolsas. Veja abaixo dicas para cada tipo de renda:

Assalariado: Se você recebe seu salário religiosamente na mesma data todos os meses, pode ser dar ao luxo de experimentar certa dose de risco, investindo parte do patrimônio em um funfo de ações ou multiportfólio (com renda fixa e variável). Isso, é claro, se a empresa onde você trabalha estiver bem e o medo do desemprego não esteja rondando a sua porta.

Pequeno empresário: Quem tem um negócio próprio já arrisca o suficiente na carreira e não deve vacilar quando o assunto é dinheiro. Como não se sabe quanto nem quando vai entrar dinheiro em caixa, o ideal é não ir além de um fundo DI (que segue os ganhos das taxas de juros).

Profissional Liberal: Embora também não tenham uma receita fixa, médicos, dentistas e advogados geralmente correm menos risco. Por isso, dá para aplicar parte do dinheiro em ações, principalmente no que se refere aos investimentos de longo prazo - para garantir a aposentadoria.

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XôCPMF - A campanha ganha novos aliados

Há alguns meses nosso blog manifestou apoio à extinção desse imposto absurdo com o post:

Campanha Xô CPMF - Assine aqui o abaixo assinado.

Veja alguns comentários dos internautas que leram o artigo

  1. Roberto Bahia. Says:
    Sou terminantemente contra essa cobrança absurda, que é mais uma maneira de roubar o pouco que ganhamos com nosso esforço próprio.
  2. Elizabeth Vasconcelos Miranda Says:
    Estou de acordo com a campanha xô CPMF.
  3. Elza Says:
    A contribuição é provisória. Não pode virar permanente.
  4. Peri Mesquida Says:
    Apesar de ter sido o Deputado Paulo Bornhausen o idalizador da campanha “XÔ, CPMF”, assino, pois sempre fui contra essa cobrança esdrúxula de mais um imposto imposto a todos os brasileiros que realizam operações financeiras. Quando escrevo “apesar de …”, o faço porque lembro muito bem que o seu pai foi um dos que votaram a favor dessa combrança indevida e durante todo o período em que o PFL foi governo (FHC)jamais levantou um dedo para modificá-la ou extingüi-la.
  5. Ronaldo Fernandes Pereira Says:
    Sou totalmente contra a CPMF
  6. Sandra Mateus Vieira de Freitas Says:
    A campanha XÔ CPMF tem todo o meu apoio!!
  7. Patrícia Oliveira Says:
    A sociedade tem que se unir e se mobilizar contra aquilo que é um abuso das autoridades políticas

Outros blogs também aderiram a campanha, como o interney.net, com o post: Abaixo-assinado pelo fim da CPMF , que nos faz lembra que a campanha tem o apoio do grandes entidades como a FIESP, CIESP, OAB/SP, FACESP, SESCON e outras, ou seja,  se as assinaturas forem suficientes não vai faltar lobby para pressionar o governo a tomar uma atitude.

Ajude o Brasil a se livrar desse imposto absurdo clicando no link abaixo e apoiando essa causa.

Assine o abaixo assinado
Saiba por que a CPMF é um problema para o Brasil.

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Como falar sobre dinheiro com seus filhos

Mesmo que você não se sinta confortável para falar com seus filhos sobre dinheiro, eventualmente eles vão aprender muito sobre gestão financeira simplesmente observando aquilo que você, enquanto pai ou mãe, faz.

Esse, na verdade, é o segredo do sucesso na educação financeira dos seus filhos.

Do ponto de vista de uma criança, os principais tópicos da educação financeira são: renda, gastos e poupança. Abaixo discutimos algumas formas de abordá-los com o seu filho.

Renda: dinheiro não nasce nas árvores
A frase pode até soar como um clichê, mas dá uma boa idéia de um obstáculo comum na educação financeira de crianças: o fato de que elas não sabem de onde vem o dinheiro que seus pais usam para pagar as compras.

A criança não precisa de detalhes sobre o quanto o pai e a mãe recebem, até porque ainda não têm uma noção exata do que isso significa no mundo real. Independente do seu nível de renda, uma mensagem importante que os pais podem passar aos filhos é que, para obter a maior satisfação com a renda recebida, é importante equilibrar gastos conscientes com poupança.

Gastos: querer não é poder
Por mais que seus filhos estejam acostumados com o fato que você trabalha, entender que você recebe para (ao menos nos olhos da criança) ficar longe dela, é um conceito difícil para muitas crianças assimilarem.

Além disso, trata-se de um conceito abstrato, enquanto o conceito de gasto é real. A criança entende que o dinheiro foi usado na compra do refrigerante, do brinquedo, da roupa etc. O grande problema é que o ato de gastar também parece mais simples. Afinal, do ponto de vista de uma criança, basta ir à “máquina de fazer dinheiro” ou ter um “cartão”, que você pode comprar o que quiser.

Portanto, com relação aos gastos, existem duas lições que seu filho precisa aprender. A mais importante é que “não se pode ter tudo o que quer, quando quer: é preciso fazer escolhas!”, a outra é que “querer não é sinônimo de precisar”. Entender que existem limites para o que “queremos” é um passo importante na educação financeira do seu filho.

Poupar: fazendo escolhas difíceis
Aliás, o próprio conceito de poupança se baseia no princípio de escolha. Poupar nada mais é do que escolher entre gastar hoje ou no futuro. Porém, como para a maioria dos adultos, esse não é um conceito que as crianças gostam: afinal, por que abrir mão do prazer da satisfação imediata?

Para as crianças que já recebem mesada, uma forma de discutir a importância de se poupar é deixar que elas sejam forçadas a decidir o que fazer com o dinheiro. Vejamos, por exemplo, uma situação em que a criança quer um brinquedo que excede o valor da sua mesada.

Sugerir a poupança como alternativa pode ser a forma de fazê-la entender as vantagens de poupar. Mas, antes disso, faça-a refletir se aquilo que quer é realmente necessário. Essa é uma lição importante! Afinal, todos nós, crianças ou adultos, tomamos decisões distintas para o uso do nosso dinheiro dependendo se ele sai, ou não, do nosso bolso.

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