Comprar a prazo está mais fácil
28/02/2010 · Sem Comentários
Fazer compras parceladas está mais fácil na percepção de 62,3% dos brasileiros, segundo aponta o ICF-Nacional (Pesquisa Nacional de Intenção de Consumo das Famílias) da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
O índice, que varia de zero a 200 pontos, com percepção positiva acima de 100 pontos e negativa abaixo deste valor, atingiu 143,7 pontos em fevereiro, uma queda considerável em relação aos 146,3 pontos obtidos em janeiro.
Entre as famílias com rendimento superior a dez salários mínimos, a pontuação é bem maior: 151. Já entre as famílias com ganhos inferiores a dez mínimos, o índice de compra a prazo atingiu 142,5 pontos no período analisado.
Consumo Atual
Fazer compras parceladas está mais fácil na percepção de 62,3% dos brasileiros, segundo aponta o ICF-Nacional (Pesquisa Nacional de Intenção de Consumo das Famílias) da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
O índice, que varia de zero a 200 pontos, com percepção positiva acima de 100 pontos e negativa abaixo deste valor, atingiu 143,7 pontos em fevereiro, uma queda considerável em relação aos 146,3 pontos obtidos em janeiro.
Entre as famílias com rendimento superior a dez salários mínimos, a pontuação é bem maior: 151. Já entre as famílias com ganhos inferiores a dez mínimos, o índice de compra a prazo atingiu 142,5 pontos no período analisado.
Consumo Atual
Ainda segundo o ICF-Nacional, apesar dos números positivos apurados no que diz respeito às compras parceladas, a satisfação das famílias quanto ao consumo atual ainda é baixa, com índice de 101,9 pontos, caindo ainda mais entre as famílias com renda de até dez mínimos, para 100 pontos.
Para a CNC,o comportamento das famílias ainda não gera expectativas de forte aceleração na procura por novos recursos de financiamento (compras a prazo). Apesar do elevado nível de satisfação quanto ao acesso ao crédito, o índice atingiu esse patamar por refletir um maior distanciamento entre as faixas de renda.
De modo geral, no mês passado, 31,1% das pessoas acreditavam que as famílias estavam comprando mais, contra 38,5% que apontavam consumo igual a 2009 e 29,1% que achavam que o consumo havia caído no período.
Ainda segundo o ICF-Nacional, apesar dos números positivos apurados no que diz respeito às compras parceladas, a satisfação das famílias quanto ao consumo atual ainda é baixa, com índice de 101,9 pontos, caindo ainda mais entre as famílias com renda de até dez mínimos, para 100 pontos.
Para a CNC,o comportamento das famílias ainda não gera expectativas de forte aceleração na procura por novos recursos de financiamento (compras a prazo). Apesar do elevado nível de satisfação quanto ao acesso ao crédito, o índice atingiu esse patamar por refletir um maior distanciamento entre as faixas de renda.
De modo geral, no mês passado, 31,1% das pessoas acreditavam que as famílias estavam comprando mais, contra 38,5% que apontavam consumo igual a 2009 e 29,1% que achavam que o consumo havia caído no período.
Por: Evelin Ribeiro
InfoMoney
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Você sabia que 77% das mulheres decidem pelo menos metade das compras?
15/02/2010 · Sem Comentários
Uma pesquisa realizada pela Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado, com 2 mil brasileiras, revelou que 77% das mulheres possuem ao menos metade do poder de decisão das compras domésticas.
De acordo com os dados, 33% delas responderam que a decisão de como gastar o orçamento de casa é bem dividida com outras pessoas, enquanto 26% decidem a maior parte e 18% decidem tudo sozinhas. Outras 18% decidem pouco, mas dão a opinião, enquanto 4% não decidem nada.
Divorciadas decidem mais sozinhas
Quando analisado o estado civil, entre as casadas, a maior parcela (44%) divide as decisões, enquanto entre as solteiras 32% decidem pouco, mas dão a opinião, e, entre as divorciadas, 58% decidem tudo sozinhas.
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Armadilhas do consumo:dicas para gastar menos nos supermercados
09/02/2010 · Sem Comentários
Quem pensa que ir ao supermercado é uma atividade simples, que não requer muita atenção, é um forte candidato a gastar mais do que precisa na hora das compras.
Isso porque, segundo alerta do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), os supermercados possuem várias armadilhas para levar os clientes a gastar mais.
Um exemplo é a disposição dos produtos. Na entrada normalmente são colocadas bancas temáticas relacionadas com a época do ano, (Carnaval, volta às aulas, Natal, entre outros). Já os bens de primeira necessidade, como pães e carnes, costumam ficar no fundo da loja, de modo que as pessoas devem passar por diversos corredores e prateleiras antes de chegar até eles.
Na hora de pagar, mais tentações: pequenas bancas ao lado do caixa, com revistas, doces, entre outros artigos, tentam seduzir o consumidor.
O que fazer?
Para não ceder às tentações e acabar com gastos maiores do que o planejado, o Idec dá algumas dicas:
-
Tenha sempre uma lista em mãos: ela ajuda a não perder o foco e só comprar o que é realmente necessário;
-
Deixe as crianças em casa: está comprovado que elas influenciam na decisão de compras dos pais;
-
Não tenha pressa: fazer compras requer tempo e disposição, pois só assim será possível comparar preços, uma das melhores formas de poupar;
-
Não ceda às promoções: questione-se se o preço compensa e se você realmente precisa daquilo;
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Diminua às idas ao supermercado: o ideal é fazer as compras uma vez ao mês ou uma vez por semana, pois quanto mais vezes se vai, maiores são as chances de levar artigos por impulso;
-
Leve uma calculadora: ela é útil para saber o valor total dos produtos.
-
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