Investimentos para garantir seu futuro!
18/08/2011 · Sem Comentários
Viagens, casa na praia e saúde em dia. Para ter uma vida tranqüila no futuro, o que vale mesmo é o planejamento financeiro feito agora. “Qualquer tipo de poupança é bem-vinda para a aposentadoria”, diz Marcello Rudgen Ribeiro, consultor de previdência da MDS Consultoria e Corretora de Seguros, com sede em São Paulo.
Quem não quer adquirir um fundo de previdência complementar pode optar por outras aplicações, como ações e títulos do governo federal. Neste caso, você será o administrador e responsável por fazer seu dinheiro render até o dia que deixar de trabalhar. É preciso ter autocontrole para não usar a grana antes do prazo determinado. Conheça as aplicações que podem turbinar sua reserva financeira no longo prazo.
Ações
Quem quer se tornar sócio de empresas negociadas na bolsa de valores pode investir em fundos de ações ou comprar os papéis por meio de uma corretora de valores. O fundo é indicado para quem tem pouco conhecimento do mercado acionário. Mas é preciso ficar de olho no jeito como o seu dinheiro é administrado. A má gestão pode fazer você perder toda sua grana. Nos fundos também é preciso arcar com a taxa de gestão, a alíquota de Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Nas corretoras são cobradas as taxas de corretagem e custódia. Quem se sente incomodado com a possibilidade de perder dinheiro deve fugir da bola de valores. O investimento em ações é para ser desfrutado no longo prazo, assim você terá tempo e se recuperar dos momentos ruins e se beneficiar das boas fazes do mercado acionário.
Multimercado
Nos fundos multimercado, a aplicação reúne ativos de renda fixa e ações. É muito importante ler o prospecto do fundo para saber se ele é alavancado (que usa mais recursos do que tem em caixa para alcançar melhores resultados). A vantagem é a flexibilidade que os gestor tem para mudar a composição do investimento caso seja necessário.
Para quem não está familiarizado com o mercado de ações outra opção são os fundos Exchage Traded Funds (ETFs). Eles são negociados como uma ação e acompanham índices como o Ibovespa, que reúne os papeis mais transacionados da bolsa. Os ETFs têm liquidez diária e são diversificados. O risco passa a ser do mercado todo, e não de uma única empresa.
Tesouro Direto e Renda Fixa
Para investir em títulos emitidos pelo governo federal, procure fundos de renda fixa ou DI. É preciso pagar uma taxa de administração, que pode chegar a 6% ao ano. É possível negociar a compra ou a venda dos títulos por meio do homebroker de uma corretora.
Para isso, é preciso pagar uma taxa de negociação, que é fixa em 0,10%, e uma taxa de custódia. No site www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/ , tem o ranking das taxas de custódia, que chegam até 1% ao ano. Os títulos indexados á inflação e acréscimos de juros, como as Notas do Tesouro Nacional da série B (NTNs-B) são interessantes para quem pensa na aposentadoria, porque os prazos se estendem até 2045.
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Você sabe o que é o fator previdenciário?
15/06/2010 · Sem Comentários
Segundo o Ministério da Previdência Social, o fator previdenciário é um dos componentes da fórmula usada para calcular as aposentadorias por tempo de contribuição e pode ser aplicado (opcionalmente), também, no cálculo das aposentadorias por idade. Ainda segundo a explicação do Ministério da Previdência Social, esse fator – que se baseia em quatro elementos: alíquota de contribuição, idade do trabalhador, tempo de contribuição à Previdência Social e expectativa de sobrevida do segurado – foi criado com o objetivo de equiparar a contribuição do segurado ao valor do benefício.
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Boas razões para ter um plano de Previdência Privada
26/04/2007 · 2 Comentários
Boas razões para ter um plano de Previdência Privada:
Previdência é mais vantajosa que poupança
Usados de forma adequada, visando o longo prazo, e observando as taxas cobradas, os planos de previdência são a melhor maneira de acumular reserva de capital para sua aposentadoria. Isso também ocorre e é amplificado quando comparado à aplicação na caderneta de poupança. As vantagens da previdência privada são o regime tributário de alíquotas decrescentes, a isenção da cobrança do Imposto de Renda sobre o ganho da capital durante a fase de acumulação e os papéis de renda fixa atrelados à Selic. Na poupança não há cobrança de imposto sobre o rendimento, mas ele é substancialmente inferior ao oferecido pelos fundos de previdência, por conta do redutor que incide sobre a Taxa Referencial (TR).
Para se ter uma idéia, enquanto o CDI, referência para os planos de aposentadoria de renda fixa, subiu 19,15% em 2005, a poupança teve retorno de apenas 9,2%. Ou seja, o dinheiro aplicado na previdência rendeu muito mais do que os recursos investidos na poupança. Este ano, a Selic deve atingir 16% na média, enquanto a poupança deve cair para cerca de 8%.
O efeito sobre o capital cresce na medida em que você possui mais recursos aplicados e com o tempo decorrido. Ou seja, se tivesse R$ 100 mil de reserva acumulada na previdência, seu capital poderia ter subido 19,15% em 2005, precisando apenas descontar a taxa de administração. Supondo 2% de gerenciamento, o retorno seria próximo de 17%, ou R$ 17 mil. Na poupança o mesmo capital teria rendido R$ 9,2 mil. Se os recursos ficassem aplicados por 10 anos, o efeito dos juros seria muito maior e o imposto pago sobre o saque seria pequeno perto do ganho de capital. Na previdência, o valor acumulado poderia ser o dobro do da poupança, conforme a taxa média de juros do período. É absurda a diferença de retorno e recomendável a aplicação na previdência para aproveitar os juros elevados vigentes na economia brasileira.
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