Como Quitar a Dívida do Cheque Especial?
25/05/2011 · Sem Comentários
Custo do cheque especial - Apesar de todo esforço para controle do orçamento, vai chegar um dia em que poderá ser necessário tapar um buraco nas finanças caseiras,s eja porque uma atividade de lazer consumiu mais do que se planejava ou porque um imprevisto qualquer impactou o caixa da família.
Nesses casos de necessidade de cobrir o caixa imediatamente, e por curto espaço de tempo a solução é usar o cheque especial dos bancos, linha de crédito quase sempre disponível para todos os bons clientes
Como se sabe, o cheque especial é um empréstimo standy by , ou seja, o valor aprovado fica disponível para ser usado a qualquer tempo e só custa juros durante o tempo em que for utilizado.
O problema é que o custo do cheque especial é muito alto, com taxas de juros que resultam em valores impagáveis, se o uso for por muito tempo. Para quebrar um galho de uma emergência, uma utilização vapt-vupt, dá para agüentar, já que se estará pagando essa taxa de juros alta por muito pouco tempo.
Ficar usando o cheque especial por mais de alguns poucos dias é um outro suicídio financeiro e levará por água abaixo todo o esforço de controle das contas domésticas.
Mas, apesar de todos os conselhos, às vezes acontece de crescer a tal bola-de-neve do cheque especial. A soluções é detectar o mais rápido possível a dificuldade de repor o saque e partir para solicitar ao banco uma operação de credito pessoal (empréstimos feito numa linha de credito que tem juros bem menores, podendo ser parcelado), de modo a cobrir o custo extorsivo das taxas de jursos do cheque especial.
Como Pagar o Cheque Especial – Quando o cheque especial está sendo usado “direto”, fugindo à sua finalidade de quebra-galho, o banco sabe que o risco está aumentando e aceita oferecer uma operação de salvamento, com taxas razoáveis, bem mais baixas, para quitar o saldo devedor do cheque especial. Assim, quando o saldo devedor é quitado por esse empréstimo, o cliente fica sem o limite do cheque especial até pagar o financiamento.
Para se ter uma idéia de como crescer a bola-de-neve para quem fica utilizando o cheque especial o tempo todo, basta uma informação sobre quanto custa ficar devendo R$ 1.000,00 durante 8 meses na taxa de 19% ao mês; após esse prazo a dívida é mais do que o dobro do valor: R$ 2.143,59! É pouco ou quer mais
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Como pagar minhas dívidas
10/05/2010 · 1 Comentário
Renegociação de dívidas
Se você está com as prestações atrazadas e não consegue sair das dívidas, nem cortando despesas, pode tentar renegociar sua dívida com instituição financeira na qual pegou o crédito. A renegociação é apontada por especialistas da área financeira como uma tendência de mercado.
Várias instituições financeiras fazem campanhas de renegociação com os clientes inadimplentes, inclusive com descontos. normalmente a partir de outubro, ou seja, nos meses que antecedem o Natal – o melhor período para as vendas no varejo. As Financeiras, por exemplo, costumam fazer “promoções” aos clientes inadiplentes, oferecendo descontos nos juros e às vezes até mesmo no valor principal da dívida do cliente.
Para as financeiras é interessante renegociar por duas razões: tentar diminuir um pouco o prejuízo, que já é um fato, e permitir que essa mesma pessoa, ao regularizar sua situação no mercado, possa voltar a comprar a prazo.
Os consultores orientam o consumidor a sempre analisar a conveniência da proposta e verificar se não está trocando seis por meia dúzia para pagar dívidas. Procure especialistas ou o Procon para conferir a renegociação.
Fonte:Serasa
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Cuidado com as cobranças indevidas do setor financeiro
12/03/2010 · Sem Comentários
As cobranças de tarifas indevidas ou mesmo sem aviso prévio, a falta de fornecimento de documentos e o envio de cartão de crédito sem solicitação são os principais alvos de reclamações dos consumidores quando o assunto é o setor financeiro.
A informação é do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), que divulgou, na última segunda-feira (1), seu ranking de atendimentos relativo ao ano de 2009. De acordo com a entidade, das mais de 12 mil demandas recebidas, 13,09% diziam respeito ao setor financeiro.
Além disso, diz o Instituto, os atendimentos referentes às ações judiciais relativas aos planos econômicos (Verão, Bresser e Collor), assim como os juros elevados e a dificuldade de obter a informação completa na hora de contrair empréstimos e financiamentos também mereceram destaque no decorrer do ano passado.
Os mais reclamados
Apesar do alto índice de reclamações, os assuntos financeiros ficaram com o terceiro lugar do ranking, ficando atrás do setor de telecomunicações, com 19,48% das reclamações, e dos planos de saúde, que pelo décimo ano consecutivo foi o item mais problemático.
Os planos de saúde foram responsáveis por 22,38% dos atendimentos, sendo que as principais queixas referiam-se a reajustes abusivos e negativa de cobertura.
Fonte: Gladys Ferraz Magalhães
InfoMoney
http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1792348&path=/suasfinancas/
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