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Dicas de como economizar energia em casa-parte 1

Para atingir as metas de economia de energia, o consumidor deve observar o gasto de cada aparelho eletrônico em casa e cortar todo o desperdício. Além disso, para cada aparelho, há algumas recomendações para o uso correto que ajudarão a reduzir o gasto com energia no final do mês. O consumo de alguns eletrodomésticos é surpreendentemente alto, como o chuveiro e o ferro elétrico.

Para fazer o cálculo, basta saber que a potência de cada aparelho é a quantidade de energia gasta em uma hora de uso. Cada 1.000 W equivalem a 1kWh. Assim, um chuveiro com potência de 5.400 W gasta 5,4 kWh em uma hora. Veja as principais dicas:

Chuveiro (potência média 6.000 W)

  • O chuveiro elétrico, em termos de potência,é igua a 20 geladeiras.
  • Não escove os dentes, faça a barba ou se  depile no chuveiro. Banhos devem durar em média sete minutos.
  • Se agüentar o frio, coloque o chuveiro na posição verão e diminua a vazão de água para aumentar a temperatura. A economia é de 30%. E desligue o chuveiro ao se ensaboar.
  • Não use duchas de alta pressão.
  • Não reaproveite a resistência queimada porque quebrou um pedaço. Pode sair mais caro do que comprar uma nova, que custa em média R$ 2.

Ferro elétrico (potência média 1.200 W)

  • Concentre o maior número de roupas possível para ligar o ferro, porque o aparelho consome mais energia no aquecimento inicial.
  • Deixe as peças mais leves e fáceis para passar por último, para aproveitar o calor do ferro desligado.

Computadores (potência média 250 W)

  • Aproveite os recursos de descanso de tela.
  • Coloque o computador em espera quando possível.
  • Não esqueça o computador e a impressora ligados.

Máquina de lavar (potência média entre 600 e 800 W) e secadora (potência média de 3500 W)

  • Concentre o maior número de peças para colocar na máquina de lavar. O mesmo serve para a secadora de roupas.
  • Deve-se preferir a utilização da capacidade máxima determinada pelo fabricante da secadora e da máquina de lavar roupas.
  • Utilizar a quantidade de sabão adequada para não repetir a operação de enxágüe.
  • Se possível, coloque as roupas para secar em áreas externas e quintais.

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Armadilhas do consumo:dicas para gastar menos nos supermercados

Quem pensa que ir ao supermercado é uma atividade simples, que não requer muita atenção, é um forte candidato a gastar mais do que precisa na hora das compras.

Isso porque, segundo alerta do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), os supermercados possuem várias armadilhas para levar os clientes a gastar mais.

Um exemplo é a disposição dos produtos. Na entrada normalmente são colocadas bancas temáticas relacionadas com a época do ano, (Carnaval, volta às aulas, Natal, entre outros). Já os bens de primeira necessidade, como pães e carnes, costumam ficar no fundo da loja, de modo que as pessoas devem passar por diversos corredores e prateleiras antes de chegar até eles.

Na hora de pagar, mais tentações: pequenas bancas ao lado do caixa, com revistas, doces, entre outros artigos, tentam seduzir o consumidor.

O que fazer?

Para não ceder às tentações e acabar com gastos maiores do que o planejado, o Idec dá algumas dicas:

  • Tenha sempre uma lista em mãos: ela ajuda a não perder o foco e só comprar o que é realmente necessário;

  • Deixe as crianças em casa: está comprovado que elas influenciam na decisão de compras dos pais;

  • Não tenha pressa: fazer compras requer tempo e disposição, pois só assim será possível comparar preços, uma das melhores formas de poupar;

  • Não ceda às promoções: questione-se se o preço compensa e se você realmente precisa daquilo;

  • Diminua às idas ao supermercado: o ideal é fazer as compras uma vez ao mês ou uma vez por semana, pois quanto mais vezes se vai, maiores são as chances de levar artigos por impulso;

  • Leve uma calculadora: ela é útil para saber o valor total dos produtos.

  • Visite também:

  • http://guiadomarketing.powerminas.com/

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Como economizar no Material Escolar?

Janeiro é mês de pagar impostos como IPTU, IPVA, as contas que sobraram do fim do ano passado… e de material escolar. Isso porque muitas escolas começam o ano letivo no início de fevereiro.

São muitos gastos ao mesmo tempo, mas é possível pechinchar e encontrar alternativas para gastar menos com o material.

A primeira coisa a fazer é dar uma olhada na mochila do ano passado. Lápis, borracha, caneta, estojo e a própria mochila podem ser utilizados novamente. Convencer as crianças disso não é tarefa fácil, mas o bolso da família agradece.

O Procon-SP vai no óbvio. “É preciso fazer pesquisa de preço”, diz a assistente de direção da entidade, Valéria Cunha.

E como fazer isso numa cidade grande, como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre ou Belo horizonte? Os pais podem começar dando uma olhada nos sites das livrarias e papelarias.

É importante verificar também, diz Cunha, se toda a lista será usada logo de cara pelo aluno. Se um ou outro item será utilizado apenas no segundo trimestre, o gasto pode ser postergado.

Vale também reaproveitar livros que outros alunos já usaram. Neste caso, se os pais não conhecem outras crianças mais velhas, é bom ir até a diretoria e pedir para que a escola indique alguém.

Se for preciso comprar os livros, o ideal é os pais se unirem para comprar livros e cadernos em grandes quantidades. Vale tentar na própria editora, vale ir até um atacadista.

Para evitar confusão, os pais devem eleger um responsável pelo grupo, que recolhe o dinheiro e vai até a livraria. “Pode até haver uma negociação, e o grupo decidir que o pai que for até lá não precise pagar pelo livro”, afirma Valéria Cunha, do Procon-SP.

Ela diz ainda que os pais não devem levar as crianças na livraria ou na papelaria. “As crianças preferem, por exemplo, os cadernos com personagens licenciados, que normalmente são os mais caros”, afirma Cunha.

Agora, de nada adianta comprar um conjunto de lápis de cor barato e de péssima qualidade. “Tem régua que vem com os números apagados porque a impressão é ruim”, afirma.

A escola, por sua vez, não pode exigir que os pais comprem produtos dessa ou daquela marca. Nem obrigar os pais a irem em uma determinada papelaria.

A advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Mariana Ferraz, afirma ainda que a escola só pode cobrar uma taxa de material se ela produzir aquele item, como apostilas.

Outro detalhe importante: “A escola não pode incluir na lista produtos que todas as crianças vão usar, como os de higiene”, afirma Ferraz.

Fonte UOL

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