O que é Forex?

Um dos leitores desse blog, após ler vários artigos, percebeu que nos anúncios que aparecem no topo e lateral do blog aparecia vários links ligado a palavra FOREX. Curioso ele me perguntou o que siguinifica o termo. Resolvi escrever esse artigo buscando como referência a wikipédia e outros sites. Veja a seguir o resultado:

O FOREX (Foreign exchange) ou Mercado Internacional Divisas está associado ao câmbio de moedas. Ele é o maior mercado do mundo, em termos de volume de dinheiro movimentado (mais de 1.5 trilhões de dólares diariamente), e inclui trocas entre grandes bancos, bancos centrais, corporações multinacionais, governos, e outras instituições financeiras. Pequenos investidores são uma parte muito pequena deste mercado, e só podem participar indiretamente através de brokers ou bancos.

Para aprender mais sobre o mercado Forex e compreender melhor todos os termos técnicos comuns visite também: APRENDER FOREX

Google estuda remunerar usuários do Orkut

Embora ainda não dê dinheiro para a empresa, o Google já estuda maneiras de remunerar os usuários do Orkut.Foi o que disse Eric Schmidt, executivo-chefe do Google, numa breve e bem-humorada conversa com jornalistas brasileiros.

Em sua primeira vinda ao país, essencialmente para conversar com clientes, Schmidt disse que os sites que usam conteúdo gerado pelos próprios usuários — como o YouTube, também do Google — tendem a caminhar para esse modelo. “Mas nada foi definido ainda”, disse o executivo.

Schmidt disse que a América Latina é hoje a região do mundo em que os serviços do Google mais crescem. Além do Orkut, ele também mencionou o YouTube. Sobre as questões de crimes ligados à rede de relacionamentos, uma preocupação crescente das autoridades brasileiras, Schmidt disse apenas que o assunto é observado com cuidado na sede e que à empresa cabe apenas cumprir as leis de cada país. “Nós não fazemos as leis do Brasil nem nos cabe discuti-las. Apenas devemos cumpri-las.”

O CEO do Google disse que o ritmo de contratação de novos funcionários na operação brasileira deve crescer mais rápido do que no resto do mundo. Schmidt afirmou também que, com o crescente uso dos serviços do site pelos internautas daqui, a empresa considera o país como um dos potenciais candidatos a receber um dos data centers erguidos em todo o mundo.

Mas ele disse que não poderia dar mais detalhes. Segundo Schmidt, o motivo da não-divulgação dessas informações é a segurança dessas instalações.

O que o Google pretende com sua rede mundial de data centers e redes de fibras ópticas é um dos grandes mistérios do Vale do Silício.

Alguns suspeitam que o Google vá entrar em algum negócio ligado a telecomunicações. Schmidt diz apenas que a empresa é um supercomputador, cujos serviços podem ser acessado de qualquer parte do mundo pela internet e que, para isso, é necessário criar uma infra-estrutura global.

Ele disse que, hoje, quase 45% das receitas da empresa já vêm de fora dos Estados Unidos, e que dentro de poucos anos o faturamento internacional será predominante.

Contratado pela dupla de fundadores Sergey Brin e Larry Page em 2001, quando o Google ainda era apenas uma ferramenta de busca, não um gigante do mundo da tecnologia, Schmidt é um veterano do Vale do Silício. Trabalhou durante 14 anos na Sun, onde foi um dos responsáveis pela criação da linguagem de programação Java, e depois foi presidente da Novell, uma empresa de software que na época era especializada em redes. Sua carreira ainda inclui passagens pelo famoso laboratório PARC, da Xerox, responsável por inovações como o mouse e a interface gráfica para os computadores. Hoje, Schmidt comanda, num esquema de triunvirato com Page e Brin, a empresa mais influente do mundo da tecnologia.

A visita de Schmidt, que acontece menos de um mês depois da vinda de outro alto executivo da empresa ao país (Omid Kordestani, um dos primeiros funcionários do Google e hoje vice-presidente sênior de novos negócios, esteve em São Paulo em março), demonstra a crescente importância da operação brasileira. Além do escritório na capital paulista, o Google tem também um centro de desenvolvimento em Belo Horizonte, que deve ser visitado por Schmidt nesta quarta-feira.

PC velho dá dinheiro a colecionadores

Na primeira aquisição para sua coleção, Sellam Ismail lotou o porta-malas de seu carro com computadores velhos.

Anos mais tarde, essa coleção de computadores, impressoras e componentes antigos está abrigada em uma série de prateleiras altas de um armazém de 400 metros quadrados perto do Vale do Silício. E ela vale dinheiro de verdade.

“Tem havido uma tendência de alta acentuada nos preços, nos últimos 12 ou 18 meses”, disse Ismail, 38. “Os computadores antigos parecem estar se tornando um novo objeto de coleção para as pessoas endinheiradas. Antes, só nerds e praticantes de hobbies se interessavam por eles.”

Ele recentemente ressuscitou um computador Xerox Star produzido um quarto de século atrás, para ser usado como prova em um processo relativo a patentes.

O orgulho de sua coleção é o Apple Lisa, um dos primeiros computadores (lançado em 1983) dotado da interface gráfica que se tornou padrão até hoje. Itens como esse atingem preços de mais de 10 mil dólares.

PORCOS

Em um galpão no norte da Califórnia que também serve de abrigo a porcos, Bruce Damer, 45, conserva uma coleção que inclui um supercomputador Cray 1, um Xerox Alto (um dos primeiros microcomputadores, introduzido em 1973) e protótipos iniciais da Apple.

“Para mim, o fascínio desses artefatos é que eles são como a história viva –especialmente se for possível mantê-los em funcionamento–, e representam as principais inovações que afetam nossas vidas agora, no século 21”, disse Damer. Ele é dono de uma empresa que produz simulações tridimensionais para a agência espacial norte-americana.

“Esses artefatos também representam os ‘caminhos não percorridos’, quando vemos projetos e interfaces gráficas que de certas maneiras são até melhores do que aqueles que temos hoje, mas por algum motivo não deram certo.”

“SENTINDO” A HISTÓRIA

Como em outros hobbies, os entusiastas vasculham sites e o eBay à procura de ofertas, participam de sessões de troca (onde velhas máquinas ocasionalmente são demonstradas) e usam informações dos amigos para encontrar peças raras. Alguns itens custam apenas alguns dólares, mas as jóias desse mercado valem milhares de dólares.

A demanda privada torna mais difícil aos museus obter certos modelos. “É difícil. Eles estão se tornando muito mais valiosos agora”, diz John Toole, diretor executivo do Computer History Museum, em Mountain View, Califórnia.

Alguns colecionadores expõem seus tesouros em extensos sites, como Erik Klein, engenheiro de software do Vale do Silício, em http://www.vintage-computer.com.

Em Livermore, Ismail diz que sua vasta coleção de mais de 2 mil computadores, milhares de livros, monitores e incontáveis engenhocas eletrônicas vale mais de 500 mil dólares. Mas ele enfatiza que o verdadeiro valor é histórico, não monetário.

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