Seu dinheiro:alternativas para renegociar a dívida da casa própria

Apesar das facilidades, como taxa de juros relativamente baixas, programas de habitação e prazos bem longos para o pagamento, a tão sonhada casa própria custa muito caro e muitos mutuários acabam não conseguindo arcar com o compromisso financeiro que firmaram. Nesses casos, a opção a que muitos optam é o refinanciamento, uma renegociação da dívida e do saldo devedor.CONFIRA AQUI AS ALTERNATIVAS QUE VOCÊ TÊM PARA SAIR DESTE TIPO DE SITUAÇÃO SEM MAIORES PREJUÍZOS.Em certos casos, os donos do imóvel acabam vendendo o bem,uma alternativa difícil,mas que as vezes tem que ser considerada.

Dívidas:devemos, sim. Mas pagamos!

As consumidoras brasileiras são as que mais entram para as lista de maus pagadores, mas também são as primeiras a pôr a vida financeira em ordem logo que conseguem ganhar algum dinheiro. Dados do Serviço de Proteção ao Crédito Brasil (SPC), mês após mês, elas superam os homens na quantidade de registros negativos da instituição. O motivo: fazem compras com mais frequência e recorrem mais ao crédito no comércio. A dianteira nas estatísticas garante a movimentação do mercado bilionário de roupas, sapatos, joias, bijuterias e produtos tecnológicos.

A maioria das gastadoras tem idade entre 21 e 40 anos e grande parte de suas dívidas é de até R$ 1 mil. Essa é a faixa etária na qual as pessoas estão se estabelecendo na vida e na profissão. Para isso, precisam adquirir bens e sustentar a família, o que faz com que parcela importante do endividamento seja mais significativa para esse grupo de pessoas.

O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro, explica que as mulheres são boas pagadoras e estão mais preocupadas em limpar o nome do que os homens. Por outro lado, são mais impulsivas e gastam mesmo sem precisar do produto. Essa impulsividade resulta, às vezes, em compromissos que não podem ser honrados na hora de pagar a conta. Eis o motivo para que a inadimplência feminina seja maior que a do homem , pondera Pellizzaro.


Cartão de crédito


Grande parte das dívidas femininas está concentrada nos cartões de crédito, seguido por carnês e contas de consumo (luz e telefone). Diversos levantamentos de entidades ligadas ao comércio demonstram que o dinheiro de plástico é responsável por cerca de 80% dos débitos dos consumidores, apesar dos juros abusivos e da tarifação pouco clara. A mulher não é diferente do homem nesse aspecto: usa muito cartão de crédito. Todo o meio de pagamento que facilita a impulsividade é mais utilizado. As compras a prazo e com o cartão geram uma falsa sensação de que não foi preciso pagar na hora. Mas elas compromete os pagamentos no futuro , resume Pellizzaro. (VM)

Fonte:http://www2.spc.org.br/noticias/detalhe/i/462/noticia/Devemos%2C+sim.+Mas+pagamos!

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