Novembro é o mês ideal para alugar casas de temporada e evitar preços altos

Novembro é o melhor mês para alugar uma casa de veraneio para as festas de final de ano.
Uma casa simples, de dois dormitórios, que nessa época é alugada por R$ 120, sobe facilmente para R$ 400 a diária na semana do ano novo. No entanto, sempre é mais vantajoso alugar um imóvel do que ficar em um hotel. Em um hotel você não tem a facilidade de poder cozinhar e diminuir os gastos com alimentação, por exemplo.

Vantagens
Além da vantagem financeira, quem for procurar o imóvel encontrará os melhores lugares. “Essa é uma época em que os imóveis estão livres e o locatário consegue escolher um imóvel melhor localizado e em melhores condições. Os imóveis próximos da praia, com vários quartos e piscina costumam ser alugados no início de dezembro e quem demorar ficará com as casas que ficam bem longe da areia.
Sobre o fato de muitos proprietários exigirem o pagamento antecipado, Viana Neto diz que é uma prática legal. “A lei do inquilinato permite a exigência do pagamento adiantado. O dono do imóvel pode pedir de 30% a 50% para confirmar a locação e exigir que o resto seja pago quando as pessoas entrarem no imóvel”.

Cuidados
“Infelizmente essa é uma época em que muitas pessoas aplicam golpes relacionados ao aluguel de imóveis. Por isso é preciso cuidado”, alerta Viana Neto.

“Um golpe muito comum é oferecer casas que não existem. Normalmente os bandidos colocam fotos de uma casa grande, com um preço relativamente baixo na internet e solicitam depósito bancário. Aí quando a pessoa chega para se hospedar descobre que o imóvel não existe. Por isso, o ideal é fechar a locação com uma imobiliária e um corretor, preferencialmente que morem na cidade onde o imóvel está. Eles poderão confirmar a existência da propriedade e garantir que tudo esteja correto.

Realizar um contrato para o aluguel do imóvel é outro fator importante para reduzir o risco de ter seus planos frustrados nesse feriado. Neste papel devem constar as datas de entrada e saída do inquilino, o valor, a forma de pagamento, eventuais multas para os casos de atraso ou depredação e até o número de pessoas que vão ficar no local.

Como a locação é de um imóvel para temporada, que normalmente já está mobiliado, é necessário incluir no contrato a lista dos móveis, aparelhos eletroeletrônicos e utensílios da casa. E para não haver desentendimentos após a ocupação, assim que entrar no imóvel, verifique se tudo está de acordo com o especificado no contrato.

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Acidente como Avião da TAM já afeta turismo em São Paulo

avião da tamO maior acidente aéreo brasileiro e as restrições a aviões que serão adotadas no aeroporto de Congonhas deverão trazer dificuldades para empresas de turismo de negócios em São Paulo, prevê o próprio setor. “Já enfrentamos um baixo astral após o acidente aéreo e também e-mails cancelando ou adiando feiras e eventos internacionais que seriam realizados em São Paulo”, afirma Mauro Scwhartzmann, presidente do Fórum das Agências de Viagens Especializadas em Contas Comerciais (Favecc). O mercado dessas agências movimenta 70% de todas as passagens vendidas no País.

A crise dos aeroportos já refletia negativamente na vinda de turistas estrangeiros para o Brasil, com o agravante da valorização do real frente ao dólar. “Estimamos uma perda acumulada entre 30% e 40% do movimento de estrangeiros, com feiras internacionais atraindo um número cada vez menor de interessados”, continuou o dirigente da Favecc.

Juan De Veras, presidente no Brasil da Reed Exhibitions, uma das maiores realizadoras de feiras de negócios do País, diz ainda não ter eventos cancelados, mas prevê um impacto da tragédia sobre o setor. “Cada vez que uma tragédia acontece, sem dúvida há um impacto no desenvolvimento dos negócios. Após o 11 de setembro, por exemplo, houve uma grande taxa de desistência de eventos internacionais”. O primeiro teste deve ocorrer no próximo mês, afirma, quando acontece uma grande feira de foto e imagem.
rão efeitos na cadeia do setor do turismo de negócios em São Paulo”,conclui Scwhartzmann.

O Sindicato das Empresas de Turismo do Estado de São Paulo (Sindetur) aponta uma perspectiva de queda de 20%, na procura por viagens em relação ao mesmo período do ano passado, como a registrada em maio. “O cenário é pessimista e só deve piorar”, disse o presidente da organização, Eduardo do Nascimento.

Em comparação com o primeiro bimestre de 2006, cerca de 93,5 mil turistas deixaram de vir ao Brasil nos dois primeiros meses de 2007. A queda representa 8% em relação a janeiro e fevereiro de 2006, quando 1,2 milhão de pessoas escolheram o país como destino. Os números são da Infraero.

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