Seu dinheiro:cuidado com os gastos invisíveis

Para muitos, R$ 1,50 por dia não significa nada. Então, que tal em vez de gastar essa quantia, guardá-la?A economia seria suficiente para presentear a família no Natal, ajudar na ceia ou até pagar parte da viagem de férias. Isso sem calcular possíveis rendimentos, caso você opte por aplicar o dinheiro em algum investimento. Com base no mesmo raciocínio, é possível planejar a quitação de uma dívida, a festa de aniversário, o fim de semana no campo. Basta ter em mãos o orçamento, com a quantia estimada de quanto vai gastar, e avaliar, em seu dia-a-dia, onde pode economizar. E lembre-se: a medida não visa a privá-lo de certos luxos, mas, sim, ajudá-lo na realização de pequenos sonhos!Mensalidade escolar, plano de saúde, supermercado, contas de água, luz e telefone, despesas na farmácia, o salário da empregada, a mesada das crianças… pronto, a planilha de orçamentodoméstico já está completa, certo? Errado. É muito comum, ao final do mês, os gastos serem maiores do que o previsto, e isso acontece porque, simplesmente, nos esquecemos de certas despesas na hora de preencher a planilha: os gastos invisíveis.A cervejinha no final do dia, o maço de cigarros, o chocolate depois do almoço… são pequenas despesas que fazem grandes estragos ao bolso no final do mês, se não forem computadas junto com o planejamento da família.De grão em grão…Não basta calcular os gastos com as grandes despesas para traçar o plano financeiro da família. Os pequenos gastos podem influenciar demais nas contas finais.Na ponta do lápis, some a despesa diária daquele cafezinho ou do chocolate após o almoço. Suponhamos que você faça um revezamento entre um e outro – para que a hora da refeição não caia na rotina – e que eles custem, em média, R$ 1,50 cada. Ao final do mês, a despesa será de R$ 45,00 e, no ano, o gasto não previsto pode chegar a R$ 540,00.Dá para imaginar quanto você gasta por mês, e por ano, com despesas que poderiam ser cortadas?